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Comentários de leitores

"Meu nome é Iandara, tenho 13 anos, moro em Paraty, no estado do Rio de Janeiro.
Nas férias de 2006 eu estava em Volta Redonda, na casa da minha tia, quando comecei a sentir uma sensação de desconforto: falta de ar, suor frio, corpo tremendo, vista escurecida, etc. Liguei para meu pai para me buscar porque não queria viajar sozinha, estava sentindo-me insegura.
Meu pai me levou a um neurologista, que diagnosticou a síndrome do pânico. Fiz um tratamento tomando drogas durante dois meses. Assim que conclui o tratamento voltei a sentir os mesmos desconfortos. Meu pai ficou desesperado.
Meu pai, pesquisando na internet sobre a síndrome do pânico, se deparou com seu site, que dizia que podia vencer o pânico sem drogas. Adquirimos o livro, que meu pai me ajudou a entender, e eu pude então compreender o que estava se passando comigo.
Hoje, quase dois anos depois, me sinto ótima. Não tive mais os desconfortos, acho que consegui "dar um susto na onça", e graças ao livro pude me livrar completamente.
Quero deixar meus agradecimentos de coração ao Sr. Luiz Delfino Mendes.
Em outra oportunidade, se me permitirem, contarei a minha história com mais detalhes.
Beijos, Iandara".

"Estive no seu consultório no ano passado e posteriormente lhe enviei um livro procurando ajudá-lo na revisão. Estou escrevendo para lhe dizer que, depois de um ano e oito meses, não tive mais nenhum episódio de pânico. Segui o seu livro, que foi o que poderia ter me acontecido de melhor naquela hora. Os primeiros sintomas desapareceram logo com a aplicação das técnicas, mas permaneceram os enjôos, a tontura e o tremor interno na perna e no braço esquerdo. Com o tempo, também foram os enjôos e a tontura, mas o tremor permanecia como sempre à noite. Há dois meses, não sinto absolutamente nada. Apliquei também uma técnica que, para mim, foi de muita ajuda. Eu sempre tive a impressão de estar tendo taquicardia, mas na verdade isso não ocorria. Além de aplicar a sua técnica de visualização do coração, ajudou-me bastante deitar para o lado esquerdo e colocar a mão embaixo das costelas e sentir o coração bater. O efeito é reconfortante. Sentir o coração batendo no rmalmente me ajudava a retomar a tranqüilidade. Não sei se isso poderia ser aplicado a qualquer pessoa, mas para mim teve um resultado muito bom. Espero que o senhor possa continuar ajudando tantas pessoas como ajudou a mim. A minha vida está ótima. Quando for visitar a minha filha em São Paulo, irei também visitá-lo. Muito obrigada. Um abraço, Yara Garagorry - RS" (recebido em 13 nov. 2006)

"Ao entrar este novo ano, mais uma vez quero agradecer-lhe por ter escrito este livro que tanto me ajudou. Não tive nenhum episódio de pânico em 2008. Desejo-lhe feliz 2009. Um abraço, Yara Garagorry" (recebido em 31 dez 2008)

Tenho ótimas notícias!
meu procedimento hoje no dentista foi maravilhoso, senti um certo desconforto no começo, mas foi passando e entendi o que significa uma crise sem pânico.Fiquei até emocionada com meu progresso.
Serei eternamente grata a você, que Deus lhe ilumine cada vez mais, pois seu tratamento é divino!
Meu depoimento está a sua disposição se quiser publicar pois sei que muitos não acreditam ou têm medo de tentar, mas vale a pena!
Muito Obrigadaaaaa
Vera Lúcia Távora Ximenes / São luís -MA

"Queria deixar aqui meu depoimento de como este livro tem sido importante na minha vida, eu comecei a ter crises em 2004 demorei 8 meses até descobrir o que tinha passando de médico em médico, e desde então minha vida acabou,mesmo depois da descoberta da sindome do pânico, eu nao consegui viver, sempre com dores e um desconforto constante, uma agonia sem fim, tive meu filho nessa fase da minha vida, o que ajudou a continuar tendo forças nessa luta, tomei remédios por 1 ano, quando as crises começaram a voltar parei com os remédio, isso em 2008, decidida a nunca mais tomar antidepressivos, resolvi começar terapia com psicólogo e seguir em frente pois pra mim a única saída eram os remédios.
Convencida de que as crises estavam dentro de mim, e que deveria viver a qualquer custo comecei a tentar controlar as crises, o que fizeram as mesmas virem com força total, principalmente quando voltei a trabalhar, pois estava desempregada devido as crises que não me permitiam para em emprego nenhum.
Pesquisando terapias alternativas na internet, encontrei o site da escola de terapeutas falando sobre o livro, nao tinha em minha cidade e fiz a encomenda pelo site, assim que o livro chegou comecei a ler e fui me identificando com cada capítulo e entendendo como minhas experiencias (...) tinham a ver com minhas crises desencadeadas posteriormente, ainda não terminei de ler o livro e já me sinto bem melhor, minhas crises tiveram 80% de melhora, hj trabalho tranquila e estou começando a me sentir livre, mas uma liberdade diferente, uma liberdade consciente e cheia de determinação.
De certa forma eu já havia conseguido superar um pouco a barreira do medo e aos trancos e barrancos, com as pernas tremulas e o coração na mão sair e tentar levar uma vida normal, mas agora sinto que estou me tornando uma pessoa melhor e que as sindrome do panico foi um alerta de que estava vivendo uma vida baseada no passado e nao vendo a maravilha que era meu presente, e o que estava perdendo me prendendo ao medo das sensações que eu tinha.
Espero que esse livro chegue nas mãos de todos que sofrem com a sindrome do panico e principalmente dos psicólogos e psiquiatras que mesmo sabendo na verdade nos prendem nas mentiras de suas receitas nos controlando e nos mantendo presos em nós mesmos.
Obrigada por seu maravilhoso trabalho que tem mudado minha vida. Gostaria de poder fazer as 3 sessões de terapia decisivas com você, pena estar tão longe. Moro em Goiania.
Um grande abraço!
Dinah Carvalho"

"Já li o livro mais de três vezes. Agora, ele se tornou meu acompanhante e o utilizo como arma nas horas em que a ansiedade ameaça me descontrolar. Escolho um capítulo para o momento e o leio. Tem dado certo. Fico preocupado em me tornar dependente do livro. Seria tido como louco. Todavia, bem melhor que ser dependente químico." A.A. - RJ

"...terminei ontem a leiura de seu livro. Li-o devagar, anotando as conotações. Senti-me muito melhor, pois tive uma resposta do que precisava. Sofro, ou sofria, depois desta leitura, da sindrome do pânico. Foram dez anos em que estive aprocura de algo que pudesse ajudar-me. (...), já havia passado por vários especialistas e ou profissionais, sempre em busca de uma solução. Já tomei muitos remédios e drogas, mas seu livro ensinou-me a encontrar o meio certo de livrar da síndrome. Vou ter o livro como "de cabeceira", para sempre poder repassar capítulos, pois eles agem como remédio. Não estou usando de farsa, estou falando serio. (...). Mas, com a leitura, já não tomo mais Rivotril, só a Fluoxetina em dias alternados, até eliminar de vez o medicamento. O livro veio na hora certa." L.B. - SP

"...um tempo depois vi sua entrevista no "Sem censura" e comprei seu livro. Graças a Deus você o escreveu, pois pela primeira vez alguém me compreendia de verdade. Todas as sensações e dúvidas que eu tinha estavam expostas alí. E encorajada pelo seu livro e pela minha mãe (que odeia esses remédios, pois tem medo dedependência) comecei a ..." G.N. - RJ

"Li seu livro. Achei interessante a tese apresentada e quando me sinto em meio a uma crise ou na iminência dela inicio uma releitura de algumas partes do livro pra me ajudar naquele momento." P.S. - SP

"Estou mandando este email para agradecer e dizer que graças ao seu livro eu estou melhorando. Nunca pensei que as crise eram para ..." C.B. - SP

A primeira vez que me senti mal foi há três anos quando assistia a uma apresentação do meu filho mais velho
num ginásio de esporte .A princípio pensei que fosse devido ao calor ,mas neste mesmo dia acabei desmaiando na casa de uma cunhada. Daí para frente foi uma sucessão de “passar mal”.Fiz vários exames ,mas todos atestavam que minha saúde física estava boa.Certo dia ,numa das minhas idas a emergência , o médico me aconselhou a procurar um psiquiatra.Fiquei chocada , mas resolvi seguir o conselhoe foi diagnosticada a síndrome do pânico.No início , senti vergonha ,escondia os remédios do meu esposo(LEXAPRO E RIVOTRIL) com o tempo comecei a aceitar e me entreguei a terapia.Durante esse tempo tive alta dos remédios e acabei abandonando a terapia .Em outubro do ano passado voltei a ter crises
(ou medo das crises) e voltei para a psiquiatra e a tomar só o Rivotril. A terapeuta não aceitou mais fazer o tratamento pelo meu plano de saúde e me vi obrigada a pagar a terapia sem se quer ter direito a recibo e isso passou a me incomodar muito.Notei também que a retirada do remédio estava demorando mais e sempre que eu tocava no assunto ela dizia que não era o momento que não adiantava querer fugir.Cansada e sem condições de pagar a terapia busquei ajuda na INTERNET e me deparei com o livro:a primeira leitura foi muito útil ,mas não me deu a coragem suficiente para aceitar a crise.Estou lendo mais uma e ,pasmem ,fui tirando aos poucos e agora parei de tomar o remédio e esperar e aceitar a vinda das crises e por incrível que pareça elas vieram numa intensidade muito pequena o que não atrapalha as minhas atividades rotineiras.Não sei se continuarei com essa firmeza,mas compreendi uma coisa muito importante :os remédios limitavam muito mais a minha vida e não resolviam.Estou revendo a minha vida ,meu modo de agir ,estou procurando transferir as sensaçoes para o meu coração ,tenho buscado uma forma de me encontrar com o meu Eu/Deus. Parabéns ,senhor Delfino pelo livro e pela preocupação com o ser humano acima de qualquer interesse financeiro.
Atenciosamente, Iara Azevedo Catão